Quinto corte seguido reforça ciclo de flexibilização dos juros; próximos passos ainda dependem do comportamento da inflação
O Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu nesta quarta-feira (16) a taxa Selic para 13,75% ao ano, no quinto corte consecutivo do ciclo de flexibilização dos juros. A decisão ocorre em um momento em que as projeções de inflação começam a mostrar um cenário mais favorável para a política monetária.
A expectativa do mercado antes da reunião era de uma nova redução de 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14% para 13,75% ao ano. O movimento vinha sendo indicado pelo Boletim Focus e ganhou força após o IPCA registrar deflação de 0,32% em agosto.
Para Rodrigo Grossi, COO da HUMU, a redução representa um avanço importante para a economia, principalmente pelo impacto que a Selic tem sobre o custo do dinheiro.
“A queda da Selic começa a criar um ambiente mais favorável para o crédito e para as decisões de consumo e investimento. O efeito, porém, não acontece de uma hora para outra. É um processo gradual, que depende da transmissão dos juros para as taxas praticadas no mercado e, principalmente, da percepção sobre os próximos passos do Banco Central”, afirma.
O Focus divulgado na segunda-feira (14) manteve em 13,75% a mediana das projeções para a Selic no fim de 2026, pela sexta semana consecutiva. Entre as projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, entretanto, a mediana caiu de 13,75% para 13,56%, indicando que parte dos analistas passou a enxergar espaço para uma taxa ainda menor até o fim do ano.
A inflação também entrou no radar. A projeção para o IPCA de 2026 recuou para 4,9%, primeira vez desde maio que a expectativa ficou abaixo de 5%. O resultado de agosto, quando o índice registrou queda de 0,32%, contribuiu para melhorar a percepção sobre o cenário de preços.
“O corte é importante, mas tão relevante quanto a decisão será a sinalização do Copom para as próximas reuniões. O mercado vai buscar entender se existe espaço para novas reduções ou se o Banco Central pretende fazer uma pausa para avaliar os efeitos dos cortes já realizados”, diz Grossi.
A Selic é a principal referência para o custo do dinheiro na economia e influencia as condições de financiamento para empresas e consumidores. Com a redução, a tendência é de melhora gradual das condições financeiras, embora as taxas finais de crédito também dependam de fatores como risco, inadimplência e custos das instituições.
A taxa básica de juros estava em 14,25% ao ano antes de ser reduzida para 14% em uma decisão anterior do Copom. Desde então, novos cortes levaram à continuidade do processo de flexibilização dos juros, chegando à quinta redução consecutiva com a decisão desta quarta-feira.
“Para empresas, especialmente as que dependem de crédito para capital de giro ou expansão, uma trajetória de juros mais baixos pode melhorar o planejamento financeiro. Para o consumidor, o impacto tende a aparecer gradualmente nas condições de financiamento e no custo das operações”, completa Grossi.
Aos 65 anos, Carlos deixa uma história de empreendedorismo, amizade e encontros. Proprietário de alguns dos bares e estabelecimentos mais conhecidos da cidade, tornou-se sinônimo de quem sabia receber, trabalhar e fazer a noite acontecer
Vítima de 34 anos precisou ser estabilizada por bombeiros
Em apenas dois meses, total de focos combatidos cresceu 78,2% na cidade
Instabilidades devem provocar pancadas moderadas a fortes, com possibilidade de raios, rajadas de vento e granizo isolado
Quinto corte seguido reforça ciclo de flexibilização dos juros; próximos passos ainda dependem do comportamento da inflação
Estudo da UFSCar mostra que intestino da larva abriga microrganismos com potencial para decompor o poliestireno expandido
Programa criado em 2004 arca com parte dos custos do seguro
Pesquisa do IBGE mostra que o número de trabalhadores por plataformas digitais cresceu 25,4% em dois anos
Todas as Seções:
Batatais
Cultura e Comportamento
Economia
Gente
Informe Publicitário
Nacional
Opinião
Região
Saúde
Turismo e Eventos
Batatais 24h nas redes: