Comportamento

WhatsApp é a principal fonte de informação dos brasileiros, aponta pesquisa

Especialista em Marketing Digital explica os motivos da preferência pelo aplicativo


Das agências | 11/01/2020 | 06:00


Pesquisa mostra o Whatsapp como principal ferramenta de acesso à informação atualmente | Foto: Divulgação

Um aplicativo gratuito, funcional, de uso intuitivo e com recursos interessantes para pessoas e empresas. Essas podem ser algumas das respostas para a pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, que revelou o WhatsApp como principal fonte de informação dos brasileiros. Nela, 79% dos entrevistados afirmaram receber notícias por meio da rede.

O WhatsApp possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil e é tão popular quanto o Facebook. “Essa ferramenta é tão importante que já é até instrumento de trabalho. Nos dias em que apresenta erros, os usuários ficam desesperados”, afirmou a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

Para a especialista, o sucesso do aplicativo está na comunicação, que é pessoal e cada vez mais próxima. “A verdade é que pessoas acreditam em pessoas, o aplicativo acaba sendo uma fonte de informação confiável, embora saibamos que as fake news são facilmente distribuídas por lá também.”

As mídias sociais são versáteis e estão em constante transformação, por isso, não há como garantir a preferência do público por muito tempo. “Como existem muitos escândalos de compartilhamento de dados pela empresa Facebook, que operacionaliza o WhatsApp, pode ser que nos próximos anos as pessoas passem a usar com mais frequência outras redes sociais. Já existe o Telegram que é muito parecido com o Whats, mas a adoção ainda é muito tímida no país”, afirmou a docente.

Depois do Whatsapp, conforme a Agência Brasil, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.

No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos.

Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.

No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%.

A pesquisa também avaliou os hábitos dos entrevistados nas redes sociais. O tipo de ação mais comum foi a curtida de publicações, ato realizado sempre por 41% dos participantes da sondagem. Em seguida, vieram compartilhamento de posts (20%), publicar conteúdos (19%) e comentar mensagens de outros (15%).

MÉTODO

A pesquisa ouviu 2.400 pessoas com acesso à internet em todos os estados e no Distrito Federal. As entrevistas foram feitas por telefone no mês de outubro.

A amostra foi composta de modo a buscar reproduzir as proporções da população, como as de gênero, raça, região, renda e escolaridade. Segundo os autores, o nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


COMENTÁRIOS

Mais Lidas no mês


Polícia

Vídeo registra acidente que feriu ciclista na avenida dos Pupins

Ciclista ultrapassava caminhão pela direita, quando veículo entrou em posto

Gente

Morre Dalva Romagnoli, ex-secretária de Educação e irmã do prefeito Zé Luís

Professora nutria paixão pela educação, religião e natureza

Batatais

Saiba quem ganhou o carro zero sorteado pela Apae Batatais

Ação promocional sorteou um Fiat Mobi

Comportamento

Maria Eduarda e Enzo Gabriel são os nomes mais registrados em 2019; veja lista com os 'líderes do ranking'

Levantamento aponta os nomes mais frequentes no Brasil e no Estado de São Paulo

Mais sobre Comportamento

Comportamento

Cai a taxa de natalidade de Batatais; nascimentos vêm diminuindo em todo o Estado

Região Metropolitana de São Paulo responde por metade dos nascimentos ocorridos no Estado

Comportamento

WhatsApp é a principal fonte de informação dos brasileiros, aponta pesquisa

Especialista em Marketing Digital explica os motivos da preferência pelo aplicativo

Comportamento

Gibi digital de Gustavo Borges instrui pais e filhos sobre segurança na água neste verão

Edição pode ser baixada agora aqui no Batatais 24h

Comportamento

Maria Eduarda e Enzo Gabriel são os nomes mais registrados em 2019; veja lista com os 'líderes do ranking'

Levantamento aponta os nomes mais frequentes no Brasil e no Estado de São Paulo



Copyright © 2020 - BATATAIS 24h | Todos os direitos reservados.


É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo em qualquer meio de comunicação sem prévia autorização.



Byte Livre