Evento começa nesta quinta com mais de 20 atrações no primeiro dia e promete imersão total em música, arte e natureza até domingo no Vale das Grutas
Chegou o grande dia: prepare o coração, a alma, a mente e a barraca. A partir desta quinta-feira (19), o Vale das Grutas se transforma novamente em palco para um dos eventos culturais mais tradicionais do Brasil, o Festival da Lua Cheia, que chega à sua 33ª edição com uma programação intensa, distribuída por quatro dias e seis palcos, em meio à natureza exuberante do Hotel Fazenda Vale das Grutas, em Altinópolis, a apenas 20 quilômetros de Batatais.
Os cenários paradisíacos do local estão prontos para receber milhares de pessoas vindas de todo o país para acampar, dançar, respirar arte e viver dias de imersão completa. Localizado a 1.200 metros de altitude, com vista para mais de dez cidades da região, o local recebe novamente a estrutura completa do evento, com camping, chalés, alimentação, transfer e um universo de atividades paralelas.
A programação do primeiro dia já começa com fôlego total. O Palco Vale, considerado o coração do festival, recebe hoje três atrações de peso: às 20h40, o grupo Ponto de Equilíbrio sobe ao palco para celebrar seus 25 anos de carreira com reggae de raiz e mensagens de paz e resistência. Em seguida, às 23h30, Marcelo D2 estreia no festival o show “Um Punhado de Bamba”, que mistura o samba de terreiro com rimas afiadas em uma performance visceral. A abertura da noite fica por conta da banda Funkse, às 18h.
O clima segue quente também no Palco Mirante, com apresentações de Ritaleena, o rapper Rashid — um dos grandes nomes do rap nacional — e os sons híbridos de Matuto S&A, além de DJs que garantem pista cheia a noite toda.
Já o Palco Forró estreia com uma verdadeira maratona de arrasta-pé e ritmos nordestinos, com shows de Reló Rolô, Raiz do Sana, Caqui Doce, entre outros, sempre intercalados por discotecagens ao vivo.
Ao redor da piscina, o público começa o dia embalado por brasilidades e dubwise sound system, além de shows leves como o da banda Gnomos do Quintal.
O Palco Samba também inicia a programação com rodas e batuques de raiz, enquanto o Palco Dharma mergulha em uma série de atividades voltadas à espiritualidade, bem-estar e arte imersiva.
O Complexo Multicultural Dharma, que neste ano celebra sua 8ª edição, concentra mais de 250 experiências gratuitas, entre oficinas, rituais indígenas, apresentações performáticas e espaços de cura. É lá que o público pode vivenciar momentos de introspecção, trocas e aprendizado, em uma atmosfera que mistura ancestralidade, arte contemporânea e espiritualidade. A proposta, segundo os organizadores, é fazer do festival não apenas um evento, mas um estado de espírito.
Com uma estrutura pensada para todos os perfis de público, o Festival da Lua Cheia também oferece o Espaço Forrozinho, com atividades pedagógicas e recreativas para crianças, além de infraestrutura completa para camping, alimentação e bem-estar.
Até o domingo (22), mais de 90 atrações vão se apresentar no festival, incluindo nomes como Liniker, Chico César, Gilsons, Nação Zumbi, BNegão e a banda chilena Chico Trujillo, além de dezenas de artistas independentes e experiências culturais espalhadas pelo vale.
Hoje, o clima é de chegada, de reencontro e de abertura: o céu está limpo, o som já está no ar — começou.
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